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Home»Cultura»Do colecionismo ao ‘show digital’, menções aos bebês reborn são majoritariamente positivas nas redes
Cultura

Do colecionismo ao ‘show digital’, menções aos bebês reborn são majoritariamente positivas nas redes

Caitlin K. Mathewsmaio 27, 20253 Mins Read
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(crédito: Valter Campanato/Agência Brasil)

Apesar da onda de críticas, pesquisadora da FGV ressalta a complexidade de determinar o que é relatado apenas para engajar e os casos que de fato extrapolam o bom senso

Bonecas hiper-realistas com veias pintadas, peso de recém-nascido e até respiração simulada. Os bebês reborn, que imitam bebês humanos com detalhes impressionantes, saíram do nicho do colecionismo para se tornarem fenômeno pop nas redes sociais — e, não raro, alvo de polêmica. Apesar das muitas críticas recentes aos entusiastas, o tema não é tão novo na internet brasileira, mas foi nas redes sociais que o fenômeno ganhou corpo e é tratado, na maioria das vezes, de forma positiva. “De setembro de 2024 a abril de 2025, buscas e menções sobre reborns explodiram, segundo o Google Trends. Somente no Instagram, a hashtag #bebereborn já soma mais de 338 mil publicações, enquanto #rebornbaby e #reborndoll ultrapassam 1,3 milhão de posts combinados”, aponta a pesquisadora Lilian Carvalho, PhD em Marketing e coordenadora do Centro de Estudos em Marketing Digital da FGV/EAESP. Com o auxílio da plataforma Buzzmonitor, ela fez um levantamento não apenas da quantidade, mas também do tom utilizado por quem comenta o assunto: somente nos últimos 15 dias, foram mais de 20 mil menções, sendo 70% delas positivas.

“O que observo é que, no fim das contas, o bebê reborn reflete tanto o desejo de cuidado e pertencimento quanto as ansiedades e contradições de uma era em que o real, o simbólico e o viral se confundem”, avalia.

A viralização dos reborns é recente, mas a história dessa prática já carrega doses de drama. O primeiro exemplar de destaque foi criado em 1999 pela artista alemã Karola Wegerich, que buscava consolar uma amiga enlutada. Desde então, a função terapêutica dessas bonecas — especialmente para quem viveu perdas gestacionais, lida com infertilidade ou enfrenta o “ninho vazio” — ganhou espaço no discurso de fabricantes e especialistas.

Atualmente, no YouTube, canais como Dinha Reborns (879 mil inscritos), Si Fortuna (811 mil) e Ana Reborn (433 mil) lideram o segmento. No TikTok, influenciadoras como Nane Reborn (Elaine Alves) exibem coleções de até 14 bonecas, avaliadas em quase R$ 30 mil — e acumulam centenas de milhares de seguidores. O ápice da viralização veio com a influenciadora Carol Sweet, que simulou o “parto” de um reborn em vídeo de ASMR, com direito a bolsa amniótica cenográfica e cordão umbilical. O conteúdo ultrapassou 4 milhões de visualizações e dividiu opiniões, mas garantiu que o tema furasse a bolha do colecionismo e invadisse o debate público.

No entanto, o fenômeno também levanta discussões sobre os limites entre fantasia e saúde mental. Casos de adultos tentando agendar consultas médicas para bonecas ou reivindicando vagas em filas preferenciais chegaram ao Congresso, que discute um projeto de lei para coibir abusos. Mas afinal, estamos diante de uma febre de colecionadores ou de um voyeurismo digital sobre doenças psicológicas?

Para a pesquisadora em marketing digital, apesar do apelo emocional e artístico, o fenômeno dos bebês reborns desafia fronteiras entre afeto, fantasia e espetáculo digital. “O que para uns é arte e conforto, para outros é sintoma de uma sociedade que flerta com o hiper-real e questiona: o que ainda é real, quando a imagem e a performance ganham o centro da nossa atenção? Ao mesmo tempo, é preciso ter cuidado. Pois determinar os casos reais em que as pessoas, em massa, estão ‘levando bonecos ao médico’ e o que é relatado nas redes apenas para criar polêmica e engajar é uma tarefa complexa e que os filtros da internet nem sempre nos permitem concluir”, ressalta Lilian Carvalho.

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