Close Menu
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Famosos
  • Gastronomia
  • Lifestyle
  • Moda
  • Música
  • Negócios
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Turismo
  • +
    • Meio Ambiente
    • Notícias
    • TV
    • Beleza
    • Carros
    • Cinema
What's Hot

Gilsons abre caminhos para novo álbum com lançamento duplo com Caetano Veloso e família, além de Narcizinho

janeiro 19, 2026

Helder Viana lança feat com o grupo Boca Livre

janeiro 19, 2026

Mulheres 40+ redefinem gestão e liderança no Brasil e no mundo em cenário de maior presença e desafios persistentes

janeiro 19, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Demos
  • Buy Now
Facebook X (Twitter) Instagram
AmericanNews
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Famosos
  • Gastronomia
  • Lifestyle
  • Moda
  • Música
  • Negócios
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Turismo
  • +
    • Meio Ambiente
    • Notícias
    • TV
    • Beleza
    • Carros
    • Cinema
LOGIN
AmericanNews
Home»Lifestyle»Criança que não fala não é preguiçosa: o que realmente está por trás dos atrasos de linguagem
Lifestyle

Criança que não fala não é preguiçosa: o que realmente está por trás dos atrasos de linguagem

Caitlin K. Mathewsdezembro 9, 20253 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Demorar para buscar ajuda por acreditar em mitos populares  compromete o desenvolvimento cognitivo, emocional e escolar da criança. Especialista alerta: o diagnóstico tardio é um dos principais fatores de agravamento.

Durante décadas, frases como “ele é preguiçoso para falar”, “ele entende tudo, só não fala” ou “meninos demoram mais mesmo” circularam entre famílias brasileiras como explicações aceitáveis para atrasos no desenvolvimento da linguagem. No entanto, pesquisadores e especialistas alertam: esses mitos estão entre as principais causas de atraso no diagnóstico fonoaudiológico e dos prejuízos que podem acompanhar a criança por toda a vida escolar.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, 15% das crianças em idade pré-escolar apresentam algum grau de atraso de fala, mas apenas uma parte chega precocemente aos consultórios. Um estudo da USP (2023) revelou que crianças cujo atraso não foi tratado até os 4 anos têm até três vezes mais risco de desenvolver dificuldades de alfabetização, retraimento social e problemas emocionais.

A fonoaudióloga Adriana Fiore, especialista em linguagem infantil, explica que a ideia de “preguiça” não faz sentido do ponto de vista biológico. “A fala é uma habilidade construída. Ela depende de audição, coordenação motora, maturidade neurológica, repertório linguístico e interação social. Não se trata de querer ou não querer falar. Quando uma criança não fala, há um motivo — e nosso trabalho é descobrir qual é”, afirma.

Estudos da American Speech-Language-Hearing Association (ASHA) reforçam que o início tardio da intervenção reduz a eficácia terapêutica em até 50%, pois a janela de neuroplasticidade do cérebro infantil é mais intensa nos primeiros anos de vida. “Cada mês conta. Esperar até quatro anos para ver se a fala irá surgir é um atraso irreversível para muitas crianças. Se há dúvida, investigue. O risco de esperar é muito maior do que o risco de avaliar cedo”, completa Adriana.

Entre os mitos mais comuns no consultório, ela menciona:
– “Meninos falam mais tarde que meninas”
– “Ele não fala porque é caçula”
– “Ele não precisa falar, todo mundo entende o que ele quer”
– “É só vergonha / preguiça / manha”

Adriana reforça que todos esses mitos escondem problemas reais, como atrasos globais de linguagem, dificuldades auditivas, falhas na estimulação, questões neurológicas e até impactos respiratórios. “Uma criança nunca deixa de falar porque preguiça. Linguagem é interação. Ela se constrói em vínculos, respostas, troca. Quando não aparece, precisamos intervir — não culpar a criança”, ressalta.

Além do aspecto clínico, Adriana destaca o papel do ambiente familiar. Um levantamento da Universidade de Harvard (2022) mostrou que crianças que recebem maior quantidade de interações verbais antes dos três anos têm vocabulário até 30% maior aos quatro anos e melhor desempenho na alfabetização. “Conversar, cantar, brincar, nomear objetos e olhar nos olhos são estímulos poderosos. A fala nasce do vínculo, do afeto e da conexão”, conclui Adriana.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
ÚLTIMAS DO AMERICAN

Gilsons abre caminhos para novo álbum com lançamento duplo com Caetano Veloso e família, além de Narcizinho

janeiro 19, 2026

Helder Viana lança feat com o grupo Boca Livre

janeiro 19, 2026

Mulheres 40+ redefinem gestão e liderança no Brasil e no mundo em cenário de maior presença e desafios persistentes

janeiro 19, 2026

Farma Fórmula fortalece atuação em skincare e destaca cuidados personalizados como tendência no Brasil

janeiro 19, 2026

Brasil avança no enfrentamento do diabetes com foco em prevenção e acesso

janeiro 19, 2026

Inteligência artificial torna climatização mais inteligente e eficiente nas empresas

janeiro 19, 2026

Janeiro Branco expõe impacto da saúde mental na produtividade e nos custos das empresas

janeiro 19, 2026

Sarah Estanislau brilha como madrinha em desfile histórico do Carnaval na Praça XV, em Florianópolis

janeiro 19, 2026

Uelicon Venâncio limpa nome? Entenda por que o especialista se tornou referência nacional em reabilitação de crédito legal

janeiro 19, 2026

Nova era de Borges: mais maduro, mais forte e mais conectado com sua essência

janeiro 19, 2026
© 2026 AmericanNewsTV Brasil. Desenvolvido por MCOM Global. redacao@an.tv.br
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Famosos
  • Gastronomia
  • Lifestyle
  • Moda
  • Música
  • Negócios
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Turismo
  • +
    • Meio Ambiente
    • Notícias
    • TV
    • Beleza
    • Carros
    • Cinema

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.