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Home»Saúde»Melasma: por que o tratamento personalizado com ativos manipulados ganha força no outono
Saúde

Melasma: por que o tratamento personalizado com ativos manipulados ganha força no outono

Caitlin K. Mathewsmaio 12, 20255 Mins Read
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Cerca de 35% das mulheres brasileiras sofrem com melasma e a maioria ainda trata de forma inadequada. Especialista explica por que o outono é o melhor momento para cuidar da pele e como a farmácia de manipulação pode mudar os resultados.

Com a chegada do outono, dermatologistas e farmacêuticos voltam a recomendar um alerta: este é o momento ideal para quem deseja tratar o melasma com segurança e eficácia. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a condição atinge aproximadamente 35% das mulheres brasileiras em idade fértil, sendo mais prevalente em peles morenas e negras, e com forte relação hormonal, genética e ambiental.

Apesar de não causar riscos diretos à saúde, o impacto psicológico é profundo. Pesquisas mostram que mais de 60% das pessoas com melasma relatam prejuízo na autoestima e vida social, de acordo com levantamento do Journal of Cosmetic Dermatology. Mesmo assim, grande parte dos tratamentos utilizados ainda são padronizados e sem acompanhamento adequado.

“Melasma não é só uma mancha. É um distúrbio crônico da pigmentação que precisa ser compreendido em toda a sua complexidade. E o erro mais comum que vejo no consultório é a tentativa de tratar com qualquer produto pronto da prateleira, sem considerar as particularidades da pele de cada pessoa”, afirma Fabíola Faleiros, farmacêutica e diretora da La Pharma, farmácia de manipulação especializada em dermatologia clínica e estética.

Outono: a melhor estação para iniciar o tratamento

Durante o outono e o inverno, a radiação ultravioleta é naturalmente menor, o que reduz o risco de piora das manchas durante o tratamento. “A exposição solar é um dos principais gatilhos do melasma. Quando diminuímos esse fator de risco, podemos trabalhar com ativos mais potentes e estratégias mais agressivas, como ácidos e tecnologias associadas, sem comprometer a pele”, explica Fabíola.

Outro ponto importante é a melhor tolerância cutânea. Com menos suor e oleosidade, a pele responde melhor a tratamentos tópicos, o que favorece a absorção dos ativos clareadores. “É como se o outono desse um respiro à pele. Esse momento é precioso e pode representar meses de avanço no controle das manchas”, acrescenta.

Os ativos mais eficazes – e o papel da manipulação personalizada

Entre os ativos consagrados no tratamento estão a hidroquinona, ácido retinoico, ácido tranexâmico, ácido kójico, niacinamida, vitamina C e ácido azelaico. A eficácia, porém, depende da combinação correta entre eles, da concentração exata e da forma de liberação ideal para cada tipo de pele.

É nesse ponto que os manipulados se destacam. “Na farmácia de manipulação, conseguimos criar fórmulas com sinergia entre os ativos, levando em conta o fototipo da paciente, sensibilidade cutânea, rotina de exposição solar e histórico clínico. Isso faz toda a diferença nos resultados e reduz muito o risco de irritações”, detalha Fabíola.

Ela também destaca o crescimento do uso de nanotecnologia nos manipulados, que permite entregar os ativos em camadas mais profundas da pele. “Já temos à disposição nanocápsulas com ácido tranexâmico, por exemplo, que aumentam significativamente a eficácia do tratamento”, diz.

O acompanhamento conjunto: dermatologista e farmacêutico

Outro diferencial relevante é o acompanhamento integrado entre dermatologista e farmacêutico. Segundo Fabíola, a colaboração entre esses profissionais eleva a qualidade do tratamento. “Recebemos muitas prescrições de dermatologistas que já conhecem nosso trabalho, e também atendemos pacientes que chegam com dúvidas. Nesse caso, orientamos, ajudamos na montagem de fórmulas e encaminhamos de volta ao profissional. O resultado é um tratamento mais assertivo e com mais adesão.”

Além disso, ela destaca que, no caso do melasma, a manutenção é tão importante quanto o tratamento inicial. “Muita gente abandona o tratamento quando a pele melhora. Mas o melasma tem recaídas. A presença do farmacêutico ao longo da jornada ajuda a ajustar as fórmulas, oferecer ativos para manutenção e reforçar a importância da fotoproteção diária.”

Tratamentos complementares e dados de eficácia

Segundo um estudo publicado na revista Dermatologic Therapy, a combinação entre ácido tranexâmico oral e tópicos personalizados resultou em redução de 70% da pigmentação em três meses. Quando associado a peelings e lasers de baixa fluência, os resultados foram ainda mais expressivos.

“Aqui na La Pharma, acompanhamos centenas de pacientes que chegaram frustradas e, em poucos meses, começaram a ver melhora real, justamente por tratarem de forma personalizada, com orientação e tempo. O Melasma não se cura — se controla. E controlar exige ciência, paciência e acompanhamento”, completa Fabíola.

A importância da informação correta

Em tempos de redes sociais e fórmulas virais, Fabíola reforça o risco de seguir tratamentos caseiros ou modismos. “Recebo pacientes com a pele queimada por receitas de internet, uso indiscriminado de hidroquinona ou cosméticos que não passaram por controle nenhum. É essencial buscar orientação e confiar em profissionais com experiência e formação.”

Conclusão

Com mais acesso à informação, à manipulação personalizada e ao suporte de especialistas, o melasma deixa de ser um estigma para se tornar uma condição tratável. O outono abre essa porta — e, com ela, a chance de resgatar a autoestima com saúde e ciência.

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